Disco nunca morreu: só mudou de roupa
Dos anos 70 em Nova York ao disco house: a história do som que sobreviveu até a uma fogueira de discos.

Nos anos 1970, a disco tomou conta de Nova York em clubes como o Paradise Garage e o Studio 54: orquestras de cordas, metais, vocais poderosos e o bumbo marcando os quatro tempos. Em 1977, “I Feel Love”, de Donna Summer com produção de Giorgio Moroder, mostrou que dava para fazer tudo isso com sintetizadores.
Em 1979, a reação veio forte: a “Disco Demolition Night”, em Chicago, terminou com discos explodidos num estádio. Parecia o fim.
Não foi. A disco sobreviveu nas pistas underground e virou a base do house. No fim dos anos 1990, produtores franceses passaram a samplear disco em faixas de house, e “Music Sounds Better With You” (Stardust, 1998) virou hino do que hoje chamamos de disco house.
Na pista, disco e disco house são coringa: animam do coquetel ao fim da festa e agradam todas as idades.
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