
Grooves & Brasilidades
MPB, samba, samba rock e funk soul com remixes exclusivos do próprio artista. A assinatura do Rodrigo.

Brasilidades, house e os hits que atravessam gerações, num set montado para o seu público. Casas noturnas, festivais, corporativos e festas privadas.
Desde 1999 na pista · Sesc Pompeia · proposta em até 24h
Você investe em espaço, bar, decoração e divulgação. Se a pista esvazia às 23h, nada disso aparece.

Residências e datas avulsas com set que segura o público até o fechamento.

Line-up com assinatura própria em Brasilidades ou eletrônico.

Do coquetel ao after: trilha elegante que vira pista na hora certa.

Repertório alinhado com você para agradar dos avós aos amigos.
Escolha uma vertente, misture várias ou peça Open Format: o Rodrigo passeia por todas lendo a pista.

MPB, samba, samba rock e funk soul com remixes exclusivos do próprio artista. A assinatura do Rodrigo.

Do disco clássico ao tech house: o groove elegante que segura a pista a noite toda.

Drum n bass, jungle, psy e Miami bass: grave, velocidade e adrenalina para o pico da noite.

Flash house, dance, pop, rock e hip hop: os hinos que todo mundo canta junto.
Um QR Code na festa abre a página de pedidos no celular. O convidado escolhe a música, deixa um recado, e o pedido aparece na hora no painel do DJ.

Sem promessa no escuro: ouça os lançamentos e um set ao vivo antes de decidir.

DJ e produtor musical, Rodrigo Miranda é conhecido por sets enérgicos, ecléticos e surpreendentes. Já tocou em casas noturnas, festas privadas e festivais pelo Brasil, misturando clássicos que marcaram gerações com releituras modernas e remixes exclusivos.
“A música sempre foi a minha maior paixão. Estar no palco é realizar um sonho, e poder compartilhar essa emoção com o público é algo indescritível.”Rodrigo Miranda📍 Comedoria do Sesc Pompeia · São Paulo
Estrutura, duração e estilos musicais. Leva 1 minuto.
Em até 24 horas, no formato ideal para o seu espaço.
Músicas obrigatórias e o que não pode tocar. Você decide.
Setup próprio e rider alinhado. Você só aproveita.
A história, as curiosidades e o momento certo de cada estilo que o Rodrigo leva para a pista.
House01Como um DJ, algumas baterias eletrônicas e uma pista no Warehouse mudaram a música de pista para sempre.
Tech House02Por que o tech house virou trilha oficial das pistas de clube e festival nos últimos anos.
Disco · Disco House03Dos anos 70 em Nova York ao disco house: a história do som que sobreviveu até a uma fogueira de discos.
Samba Rock04Do suingue de Jorge Ben aos bailes da periferia paulistana, o ritmo que se dança a dois e não sai de moda.
HipHop · Miami Bass05Uma festa em 1973, um baixo que treme o chão e a ponte que levou esse som até os bailes do Brasil.
Drum N Bass · Jungle06Breakbeats picotados, grave de sound system e um hit brasileiro nas paradas britânicas.
Psy07O som hipnótico que nasceu em festas ao ar livre na Índia e encontrou no Brasil uma das maiores cenas do mundo.
Funk Soul08De James Brown ao movimento Black Rio: a música que transformou bailes em celebração.
Samba · MPB · Brasilidades09Como clássicos da música brasileira ganham nova vida em remixes feitos para dançar.
Flashback · Pop · Dance · Rock10Pop, dance, rock e flash house dos anos 80 e 90: a ciência e a magia por trás das músicas que todo mundo canta.
O nome vem de um lugar: The Warehouse, clube de Chicago onde Frankie Knuckles foi residente a partir do fim dos anos 1970. Os discos que ele tocava, uma mistura de disco, soul e eletrônico, passaram a ser chamados pelos frequentadores de “house music”.
Em meados dos anos 1980, produtores locais começaram a criar faixas próprias com baterias eletrônicas como a Roland TR-808 e a TR-909, linhas de baixo marcadas e o bumbo reto em quatro tempos, a base de quase toda música de pista desde então.
Do outro lado do Atlântico, o som explodiu no Reino Unido no fim da década, no movimento acid house. Knuckles ganhou o apelido de “padrinho do house”, e o estilo se dividiu em dezenas de vertentes.
Na pista, o house funciona porque é ao mesmo tempo dançante e elegante: segura a energia sem cansar e conversa bem com disco, soul e brasilidades. Por isso ele aparece em quase todo set do Rodrigo.
O tech house nasceu da vontade de juntar dois mundos: o swing e o groove do house com as texturas mais secas, minimalistas e hipnóticas do techno. O estilo tomou forma nas festas do Reino Unido nos anos 1990.
A fórmula é simples e eficiente: bumbo firme, baixo que conduz a faixa, percussão cheia de detalhes e poucos elementos melódicos. O resultado é uma música que cresce aos poucos e prende a pista por horas.
Na última década, o estilo ganhou o mundo e se tornou um dos mais tocados em clubes e festivais, de Ibiza a São Paulo.
Num evento, o tech house é perfeito para o momento em que a pista já está aquecida e pede energia constante, sem perder a dançabilidade.
Nos anos 1970, a disco tomou conta de Nova York em clubes como o Paradise Garage e o Studio 54: orquestras de cordas, metais, vocais poderosos e o bumbo marcando os quatro tempos. Em 1977, “I Feel Love”, de Donna Summer com produção de Giorgio Moroder, mostrou que dava para fazer tudo isso com sintetizadores.
Em 1979, a reação veio forte: a “Disco Demolition Night”, em Chicago, terminou com discos explodidos num estádio. Parecia o fim.
Não foi. A disco sobreviveu nas pistas underground e virou a base do house. No fim dos anos 1990, produtores franceses passaram a samplear disco em faixas de house, e “Music Sounds Better With You” (Stardust, 1998) virou hino do que hoje chamamos de disco house.
Na pista, disco e disco house são coringa: animam do coquetel ao fim da festa e agradam todas as idades.
O samba rock é uma invenção brasileira: a batida do samba encontrando a guitarra do rock e o groove do soul e do funk. Um dos nomes centrais dessa mistura é Jorge Ben (hoje Jorge Ben Jor), que desde os anos 1960 criou um jeito único de tocar violão e guitarra com suingue.
Foi nos bailes de São Paulo, especialmente na periferia, que o samba rock ganhou sua forma mais conhecida: uma dança a dois, cheia de giros e passos que passam de geração em geração.
Ao longo das décadas, o estilo ganhou novos intérpretes, de Trio Mocotó a Seu Jorge, e segue vivo em bailes, rodas e pistas pelo país.
Na pista, o samba rock tem um superpoder: faz casais dançarem juntos e conecta quem viveu os bailes com quem está descobrindo o ritmo agora. É peça-chave do projeto Grooves & Brasilidades.
Agosto de 1973, Bronx, Nova York: numa festa de bairro, DJ Kool Herc usou dois toca-discos para estender os “breaks”, os trechos instrumentais em que a pista mais dançava. Ali nasciam as bases do hip hop: o DJ, o MC, a dança (breaking) e o grafite.
Nos anos 1980, Miami criou sua própria versão: o Miami bass, mais rápido, festivo e com o grave profundo da bateria eletrônica 808, popularizado por grupos como o 2 Live Crew.
Esse som atravessou o continente e foi uma das bases dos bailes funk do Rio de Janeiro. Em São Paulo, a estação São Bento do metrô virou ponto de encontro de dançarinos de break nos anos 1980, e o hip hop nacional ganhou voz própria com nomes como Racionais MC's.
Na pista, hip hop e Miami bass trazem atitude e grave: funcionam muito bem em festas, formaturas e no momento “sobe a energia” da noite.
No início dos anos 1990, a cena rave do Reino Unido acelerou os breakbeats e misturou com o grave e as vozes do reggae e do dancehall. Nascia o jungle, com baterias picotadas em alta velocidade, muitas vezes a partir do famoso “Amen break”, um trecho de bateria de 1969.
Em poucos anos, o som ficou mais limpo e técnico e passou a ser chamado de drum and bass, geralmente entre 160 e 180 BPM. Em 1997, o coletivo Reprazent, de Roni Size, ganhou o Mercury Prize, um dos prêmios mais importantes da música britânica.
O Brasil tem papel de destaque nessa história: DJ Marky virou referência mundial, e “LK”, de DJ Marky & XRS, entrou nas paradas do Reino Unido no início dos anos 2000.
Na pista, drum n bass e jungle são pura adrenalina: ideais para o pico da noite e para públicos que querem intensidade.
O psytrance tem origem no Goa trance, que surgiu entre o fim dos anos 1980 e o início dos 1990 em festas ao ar livre nas praias de Goa, na Índia, frequentadas por viajantes do mundo todo.
O estilo é marcado por linhas de baixo rápidas e contínuas, camadas de sintetizadores psicodélicos e uma progressão hipnótica que conduz a pista por longos períodos, geralmente acima de 135 BPM.
O Brasil abraçou o psy como poucos países: tem uma das maiores cenas do planeta, com festivais ao ar livre de grande porte, como o Universo Paralello, na Bahia.
Na pista, o psy é ideal para festas ao ar livre e para o momento de êxtase coletivo da noite, quando o público quer se entregar à música.
Nos anos 1960, James Brown mudou a música negra americana ao colocar o ritmo no centro de tudo: baixo e bateria travados no primeiro tempo, metais curtos e a banda funcionando como uma máquina de groove. Era o nascimento do funk, irmão do soul.
No Brasil, esse som chegou com força nos anos 1970. Artistas como Tim Maia, Cassiano, Hyldon e a Banda Black Rio criaram um soul com sotaque brasileiro, e os bailes black do Rio de Janeiro e de São Paulo reuniam multidões para dançar.
Esses bailes foram também espaços de afirmação e orgulho, e deixaram uma herança que aparece até hoje no samba rock, no hip hop e na música brasileira contemporânea.
Na pista, o funk soul é irresistível: groove elegante, vozes marcantes e aquela vontade de dançar que atravessa gerações.
O samba nasceu no Rio de Janeiro no início do século 20, e “Pelo Telefone”, registrado em 1916, é considerado o primeiro samba gravado. Desde então, ele virou a base de boa parte da música brasileira.
Nos anos 1960, os festivais de música da TV consagraram uma geração de artistas e o termo MPB, que reúne nomes como Elis Regina, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Milton Nascimento.
“Brasilidades” é como muitos DJs chamam o trabalho de levar esse repertório para a pista: edits e remixes que mantêm a alma das músicas, mas com o andamento e o grave de um set de clube.
É exatamente a proposta do projeto autoral Grooves & Brasilidades: fazer o público cantar junto e dançar ao mesmo tempo, unindo memória afetiva e energia de pista.
Basta tocar os primeiros segundos de um clássico dos anos 80 ou 90 para a pista inteira reagir. Isso tem explicação: estudos de psicologia mostram que as músicas ouvidas na adolescência e no início da vida adulta ficam gravadas na memória com uma carga emocional muito forte.
O flashback reúne o melhor desse arquivo afetivo: o pop que dominou as rádios, a dance music e a eurodance dos anos 90, os hinos de rock que todo mundo canta junto.
No Brasil, “flash house” virou o nome carinhoso dos clássicos de house e dance que marcaram as pistas e as rádios das décadas de 80 e 90, e que até hoje fazem o público levantar os braços.
Num evento, o flashback é a ponte entre gerações: os mais velhos revivem, os mais novos descobrem, e todo mundo dança junto.
Escolha a estrutura, a duração e os estilos musicais. A proposta personalizada chega em até 24h, sem compromisso.
Sim, setup próprio (controladora Pioneer). O local fornece PA, retorno e bancada conforme o rider técnico, ou você contrata a estrutura completa no orçamento.
Pode e deve. Marque os estilos no orçamento e, antes do evento, vocês alinham músicas obrigatórias e o que não pode tocar.
É quando o DJ não fica preso a um estilo: passeia por todas as vertentes e escolhe a próxima música pela reação da pista. Ideal para públicos variados.
Você recebe um QR Code com o nome do evento para imprimir ou exibir no telão. Os convidados escaneiam, pedem músicas e deixam recados, e o DJ vê tudo em tempo real e encaixa os pedidos que combinam com a pista.
Você define no orçamento. A proposta é montada com base nas horas do seu evento.
Sim. Informe a cidade para a proposta já incluir a logística.
Quanto antes, melhor. Sextas e sábados costumam fechar primeiro.
Cada evento tem estrutura, local e duração diferentes. A proposta é feita sob medida e chega em até 24h.
Prefere e-mail? contato@djrodrigomiranda.com.br